https://www.revistatransportes.org.br/anpet/issue/feed TRANSPORTES 2022-05-13T10:26:45-03:00 Mariane Petroski secretaria.transportes@anpet.org.br Open Journal Systems <p>TRANSPORTES (ISSN: 2237-1346) é o único periódico técnico-científico nacional que publica artigos em todos os campos da Engenharia de Transportes e ciências afins. Manuscritos submetidos para publicação são analisados por especialistas de renome nacional e internacional. TRANSPORTES tem periodicidade quadrimestral e é uma publicação da Associação Nacional de Pesquisa e Ensino em Transportes - <a href="http://www.anpet.org.br" target="_blank" rel="noopener">ANPET</a>, uma entidade que reúne pesquisadores, especialistas e estudantes do Brasil e do exterior.</p> <div style="background-color: yellow;"> <p>Em função das restrições e impactos da COVID-19, o atendimento aos leitores, avaliadores e, principalmente, aos autores poderá ser menos rápido que o normal. Todo o nosso corpo editorial é formado por voluntários que também estão sendo afetados pelas medidas adotadas para contenção dessa pandemia. Contamos com sua compreensão.</p> </div> https://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/2517 Demarcação viária: importantes aspectos atinentes ao seu desempenho retrorrefletivo e o emprego de impressão 3-D em sua dosagem 2021-06-23T11:37:09-03:00 Deividi da Silva Pereira dsp@ufsm.br Eduardo Martins Renz eduardo.renz@gmail.com Lucas Dotto Bueno lucas.bueno09@gmail.com Luciano Pivoto Specht luspecht@gmail.com Lucio Salles de Salles lucio.desalles@gmail.com <p>A sinalização horizontal está continuamente presente no trajeto percorrido pelos usuários, o que torna fundamental que as demarcações viárias apresentem adequada retrorrefletividade. Neste contexto, o presente trabalho buscou avaliar fatores relacionados à retrorrefletividade da sinalização horizontal, mediante avaliações de campo, além do emprego de placas tridimensionais impressas para identificar o efeito da macrotextura sobre a retrorrefletividade. Os resultados obtidos indicam que a geometria do retrorrefletômetro (15 e 30m), a coloração da demarcação (branca e amarela) e a limpeza periódica da sinalização impactam significativamente na retrorrefletividade. Ainda, procurou-se buscar correlação entre desempenho da retrorrefletividade e a microtopografia do substrato (microtextura e macrotextura superficial do revestimento). Os coeficientes de correlação indicaram moderada associação entre os parâmetros supracitados e a retrorrefletividade. Para o caso especial da macrotextura, a impressão tridimensional indicou significativa relação existente entre a macrotextura e a retrorrefletividade, com valores maiores de retrorrefletividade para alturas médias de areia menores. Ficou evidenciado que a taxa ideal de aplicação de microesferas do tipo <em>drop-on</em> não é constante e varia em função da macrotextura.</p> 2022-03-24T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Deividi da Silva Pereira, Eduardo Martins Renz, Lucas Dotto Bueno, Luciano Pivoto Specht, Lucio Salles de Salles https://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/2566 Fatores relacionados à severidade de acidentes em rodovias no Brasil através de um modelo de regressão logística multinomial 2022-04-07T11:31:49-03:00 Lucas Franceschi franceschi.lucas@gmail.com Luciano Kaesemodel luciano.kaesemodel@gmail.com Vera do Carmo Comparsi de Vargas veradocarmo@gmail.com Andréa Cristina Konrath andreack@gmail.com Luiz Ricardo Nakamura luiz.rn@gmail.com Thiago Gentil Ramires thiago.gentil@gmail.com Camila Belleza Maciel Barreto camilabmaciel@gmail.com Amir Mattar Valente amir.labtrans@gmail.com <p>Reduzir o número de mortes por acidentes de trânsito é uma prioridade importante ao redor do mundo. O estudo da severidade dos acidentes pode melhorar as políticas públicas de segurança viária, concentrando esforços nas situações associadas a acidentes de maior severidade. Neste artigo, um modelo de regressão logística multinomial é ajustado a dados de acidentes em rodovias federais no Brasil de 2017 a 2019 para estimar os fatores associados à severidade dos acidentes. A severidade é classificada como sem lesão, com vítimas feridas ou com vítimas fatais. O envolvimento de pedestres é o principal fator identificado para aumento da severidade. Além disso, condições que favorecem maiores velocidades (como tempo limpo ou horários com menos tráfego) também estão associadas com maiores severidades. Em relação ao mês, as chances de maior severidade são menores no início do ano e maiores em agosto e em novembro. As limitações observadas indicam que o Brasil carece da adoção de padrões nacionais de registro de acidentes e de bancos de dados unificados, especialmente comparando registros de acidentes rodoviários com bancos de dados de saúde.</p> 2022-04-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Lucas Franceschi, Luciano Kaesemodel, Luciano Kaesemodel, Luciano Kaesemodel, Vera do Carmo Compasi Vargas, Vera do Carmo Compasi Vargas, Andréa Cristina Konrath, Luiz Ricardo Nakamura, Vera do Carmo Compasi Vargas, Andréa Cristina Konrath, Thiago Gentil Ramires, Camila Belleza Maciel Barreto, Andréa Cristina Konrath, Amir Mattar Valente, Luiz Ricardo Nakamura, Luiz Ricardo Nakamura, Thiago Gentil Ramires, Thiago Gentil Ramires, Camila Belleza Maciel Barreto, Camila Belleza Maciel Barreto, Amir Mattar Valente, Amir Mattar Valente https://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/2590 Verificação da relação IRI e BBI na avaliação da irregularidade longitudinal de pavimentos aeroportuários 2022-04-26T14:57:56-03:00 Elisa da Silva Sousa elisa@det.ufc.br Rayssa de Sousa Carneiro rayssacarneiro@alu.ufc.br Francisco Heber Lacerda de Oliveira heber@det.ufc.br <p>A irregularidade longitudinal em Pistas de Pouso e Decolagem (PPD) é frequentemente monitorada por meio do <em>International Roughness Index </em>(IRI), índice desenvolvido para avaliação de rodovias. Com o propósito de melhor abordar as particularidades dos pavimentos aeroportuários, foi desenvolvido um método específico para as PPD, o denominado <em>Boeing Bump Index</em> (BBI). Este estudo busca verificar a relação existente entre o IRI e o BBI, a partir dos parâmetros de valor médio e crítico, obtidos pelo <em>software </em>ProFAA, comparando diferentes abordagens. Neste artigo, verificou-se que as maiores correlações foram observadas entre o IRI e BBI críticos. Além disso, essa correlação mostrou-se maior nas análises do primeiro terço de pista, com 58% das pistas apresentando R² maior que 0,70. Sendo assim, com base no conjunto de dados analisados, verifica-se que existe uma correlação significativa entre o IRI e o BBI apenas quando associados aos valores críticos.</p> 2022-04-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Elisa da Silva Sousa, Rayssa de Sousa Carneiro, Heber Oliveira https://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/2501 Modelagem probabilística do tempo de resposta de motoristas em interseções semaforizadas no VISSIM 2021-10-31T16:02:15-03:00 Diego Barbosa Fontes diegobcarneiro@gmail.com Alessandro Macêdo de Araújo alessandro.araujo@det.ufc.br Manoel Mendonça de Castro Neto manoel@det.ufc.br <p>O principal objetivo deste trabalho foi implementar, no microssimulador VISSIM, um modelo probabilístico para o tempo de resposta dos motoristas de uma aproximação semaforizada e avaliar os efeitos dessa modelagem no desempenho do tráfego. A partir de dados de uma interseção semaforizada localizada na cidade de Fortaleza foram realizadas análises estatísticas do tempo de resposta por posição do veículo na fila, por faixa de tráfego, por tipo de veículo e por movimento. Essas análises embasaram a modelagem do tempo de resposta pela distribuição de probabilidade encontrada, a log-normal, a qual foi implementada no VISSIM por meio de algoritmo externo de programação desenvolvido em Python. Para avaliar a importância dessa implementação, foram comparados os resultados de atraso médio, de tamanho de fila médio e de capacidade com os resultados das simulações realizadas com a modelagem <em>default</em> do VISSIM. As simulações realizadas com o modelo probabilístico do tempo de resposta resultaram em maiores atrasos e tamanhos de fila e em menores capacidades do que as obtidas com a modelagem <em>default</em> do <em>software</em><em>.</em></p> 2022-03-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Diego Barbosa Fontes, Alessandro Macedo de Araújo, Manoel Mendonça de Castro Neto https://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/2546 Caracterização espacial da acessibilidade ao trabalho formal e informal da população de baixa renda em Fortaleza 2022-04-07T13:39:31-03:00 Davi Garcia Lopes Pinto davi.garcia@det.ufc.br Carlos Felipe Grangeiro Loureiro felipe@det.ufc.br Francelino Franco Leite de Matos Sousa francolms@gmail.com Benjamin Motte-Baumvol Benjamin.Motte-Baumvol@u-bourgogne.fr <p>Em Fortaleza, tem-se observado um crescimento das desigualdades socioespaciais na acessibilidade às oportunidades de trabalho. Não se sabe, entretanto, o impacto do mercado de trabalho informal nessas desigualdades. Portanto, o objetivo geral deste artigo é caracterizar espacialmente as diferenças nos níveis de acessibilidade ao trabalho formal e informal da população de baixa renda em Fortaleza. Inicialmente, estimou-se a distribuição espacial dos indivíduos de baixa renda e das oportunidades de empregos formais e informais direcionadas a eles. Em seguida, mensurou-se os níveis de acessibilidade a cada tipo de emprego através da seleção de um indicador que buscasse incorporar a competitividade por essas oportunidades de trabalho. Finalmente, comparou-se as diferenças observadas, buscando avaliar como essas variam sobre o território. As análises corroboraram a hipótese de que os níveis de acessibilidade aos empregos informais da população de baixa renda são relativamente melhores que aos empregos formais. Também se verificou que, dentre os empregados informalmente, os trabalhadores domésticos estão sujeitos aos piores níveis de acessibilidade.</p> 2022-04-07T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Davi Garcia Lopes Pinto, Carlos Felipe Grangeiro Loureiro, Francelino Franco Leite de Matos Sousa, Benjamin Motte-Baumvol https://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/2581 Avaliação do desempenho acústico e das características de superfície de camada porosa de atrito em meio urbano 2022-04-26T16:19:46-03:00 Carla Marília Cavalcante Alecrim cmariliac.civil@gmail.com Verônica Teixeira Franco Castelo Branco veronica@det.ufc.br Nara Gabriela de Mesquita Peixoto nara@det.ufc.br Alessandro Alves alessandro.alves@ufms.br Gleidson Martins Pinheiro gleiidsonmartins@gmail.com <p class="Resumoeabstract">A Camada Porosa de Atrito (CPA) é utilizada, dentre outros locais, em rodovias ou em pistas de pouso e decolagem, para promover melhorias funcionais no pavimento. Em Fortaleza, a CPA está sendo utilizada em vias urbanas. O objetivo desse artigo é avaliar o desempenho acústico e de superfície das CPAs aplicadas nessas vias. Para isso, foram realizados ensaios acústicos (método da passagem controlada) em vias com revestimentos em CPA e em Concreto Asfáltico (CA). Foram realizados ensaios tradicionais de micro e macrotextura, além da utilização da técnica de <em>Close-Range Photogrammetry </em>(CRP) para a obtenção de parâmetros da superfície. A CPA mostrou-se eficiente na redução do ruído no meio urbano (até 5,6 dB (A)). A micro e a macrotexturas das CPAs não foram melhores do que um CA convencional nessas vias. A técnica de CRP possibilitou a obtenção de parâmetros que caracterizam melhor revestimentos de textura negativa como a CPA.</p> 2022-04-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Carla Marília Cavalcante Alecrim, Verônica Teixeira Franco Castelo Branco, Alessandro Alves, Gleidson Martins https://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/2636 Escolha de rotas a pé – método e estudo exploratório 2022-05-13T10:26:45-03:00 Júlio Celso Borello Vargas jcelsovargas@gmail.com Ana Margarita Larranaga Uriarte analarra@producao.ufrgs.br Helena Beatriz Bettella Cybis helenabc@producao.ufrgs.br <p>O estímulo aos modos ativos de viagem através de modificações na forma urbana é objeto de pesquisas desde que o domínio do transporte motorizado se revelou nocivo à qualidade de vida urbana. Os deslocamentos a pé passaram a fazer parte da agenda da mobilidade urbana sustentável, enfatizando inicialmente a influência do ambiente construído sobre a escolha modal, visando aumentar a participação do modo. Recentemente, os estudos de caminhabilidade evoluíram e incorporaram aspectos da microescala do ambiente, procurando compreender o que influencia os pedestres em sua escolha de rota. Este trabalho investiga os fatores que influenciam a escolha de rota através de um método baseado no rastreio de indivíduos com GPS e na modelagem de escolha com variáveis do ambiente. Um estudo na cidade de Porto Alegre estimou modelos de escolha discreta binários para compreender por que os pedestres escolhem outros caminhos que não o mais curto entre a origem e o destino. Os resultados mostram que atributos da rede viária como a classe funcional e o comprimento dos trechos e variáveis urbanísticas como a presença de usos comerciais, em associação com o motivo da viagem e características do indivíduo, influenciam a utilidade percebida e, consequentemente, a escolha de rota.</p> 2022-04-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Júlio Celso Borello Vargas, Ana Margarita Larranaga Uriarte, Helena Beatriz Bettella Cybis https://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/2533 Centralidades urbanas: proposta de classificação com base no fluxo de viagens em Belo Horizonte - MG 2021-04-15T17:27:27-03:00 Luís Otávio Rocha Castilho castilholuiis@gmail.com Leandro Cardoso leandro@etg.ufmg.br Carlos Lobo carlosfflobo@gmail.com Isabela Kopperschmidt de Oliveira isa.kopper@gmail.com <p>Os recentes problemas urbanos, notadamente as deficiências em mobilidade urbana e a concentração espacial, apresentam-se como desafios aos pesquisadores e gestores públicos. Neste contexto, quando há o agravamento das distâncias e dos tempos de deslocamentos percorridos pelos citadinos, aponta-se para a fomentação e a manutenção de policentros, desconcentrando equipamentos, serviços e atividades. Tal medida possui potencial para redução das distâncias e dos tempos de deslocamentos, contribuindo, assim, para a melhoria da mobilidade e acessibilidade, bem como da própria qualidade de vida urbana. Essa pesquisa está estruturada para desenvolver e aplicar uma proposta metodológica de classificação de centralidades com base no fluxo de viagens. Ao se utilizar de técnicas de geoprocessamento e medidas de análise espacial, tem como objetivo propor indicadores capazes de classificar as centralidades urbanas, discriminadas em local, regional e municipal. A aplicação para Belo Horizonte - MG, demonstrou que a proposta é viável, tendo sido classificadas 38 centralidades em conformidade com o Plano Diretor, possuindo, assim, capacidade para subsidiar a gestão e elaboração de políticas públicas.</p> 2022-03-17T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Luís Otávio Rocha Castilho, Leandro Cardoso, Carlos Lobo, Isabela Kopperschmidt de Oliveira https://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/2576 Hierarquização de melhores ligantes a serem aplicados na imprimação betuminosa de rodovias em função de características tecnológicas e ambientais 2022-04-26T15:35:04-03:00 Fernando Dácio de Almeida daciofer@gmail.com Suelly Helena de Araújo Barroso suelly@det.ufc.br Leandro Machado de Carvalho lemacarvalho@gmail.com Paulo Cícero do Nascimento pcn1954@gmail.com Luís Alberto Hermann do Nascimento luisnascimento@petrobras.com.br Margareth Coutinho Cravo cravo@petrobras.com.br <p class="Resumoeabstract">A busca pela compreensão do comportamento dos ligantes menos poluentes quando comparado ao asfalto diluído de petróleo (CM-30) para serviço de imprimação motivou esta pesquisa. Assim, hierarquizou-se ligantes comerciais e alternativos aplicáveis em serviços de imprimação pelos critérios tecnológicos e ambientais. Para tanto, verificou-se os parâmetros: penetração, coesão, aderência, desgaste superficial e ambiental de bases imprimadas com solos diferentes, usando-se o CM-30 como referência e seis ligantes alternativos: G8, G14, G15, G17, G18 e uma emulsão especial para imprimação - E1. Na base arenosa, o tipo de fluido preponderou sobre os parâmetros avaliados. Já na base argilosa, variações de umidade alteraram esses parâmetros. Assim, G14 apresentou-se promissor frente ao CM-30 seguido dos ligantes G8 e G18. Entretanto, o ligante G18 se mostrou inviável pelo gasto de energia para sua aplicação, cerca de 120°. Na análise ambiental, o G8 emitiu menos volátéis que o CM-30, sendo técnica e ambientalmente mais autossustentável.</p> 2022-04-26T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Fernando Dácio de Almeida, Suelly Helena de Araújo Barroso, Leandro Machado de Carvalho, Paulo Cícero do Nascimento, Luís Alberto Hermann do Nascimento, Margareth Coutinho Cravo https://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/2620 Efeito do uso de corpos de prova moldados e extraídos na caracterização mecânica de misturas asfálticas 2022-05-12T16:16:00-03:00 Lucas Sassaki Vieira da Silva lucassvs2@alu.ufc.br Juceline Batista dos Santos Bastos jucelinebatista@hotmail.com Jorge Barbosa Soares jsoares@det.ufc.br <p>Não há consenso quanto aos efeitos do uso de amostras moldadas ou extraídas para a caracterização mecânica de misturas asfálticas. O objetivo deste artigo é avaliar o efeito do uso de corpos de prova (CPs) moldados e extraídos de uma mistura asfáltica, fazendo uso de ensaios uniaxiais e triaxiais de deformação permanente, uniaxiais de fadiga por tração-compressão e módulo dinâmico, além de resistência à tração indireta e módulo de resiliência. A variação de granulometria e o teor de ligante nos CPs moldados e extraídos também foram avaliados. Observou-se maior sensibilidade nos ensaios de deformação permanente, seguido por módulo dinâmico e fadiga por tração-compressão. Os ensaios de módulo de resiliência e resistência à tração indireta não apresentaram variação significativa quando comparados os dois tipos de corpos de prova investigados.</p> 2022-04-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Lucas Sassaki Vieira da Silva, Juceline Batista dos Santos Bastos, Jorge Barbosa Soares https://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/2515 Análise de sentimentos sobre o acesso terrestre ao aeroporto utilizando mídias sociais 2022-04-13T10:15:26-03:00 Carolina Silva Ansélmo carolinasanselmo@gmail.com Giovanna Miceli Ronzani Borille ronzani@ita.br Anderson Ribeiro Correia correia@ita.br <p>Um adequado sistema de acesso terrestre ao aeroporto é relevante para um bom nível de serviço e é essencial para identificar a percepção do usuário sobre os meios de transporte disponíveis. Para identificar as percepções positivas e negativas foram utilizadas as técnicas de análise de sentimentos e aprendizado de máquina com conteúdo gerado pelo usuário na rede social Twitter. De março de 2018 a dezembro de 2019 foram coletadas opiniões espontâneas sobre o acesso terrestre ao Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos (SBGR). Os <em>tweets</em> pesquisados referiram-se aos termos: aeroporto, Guarulhos e meios de transporte: aplicativos de transporte de mobilidade urbana, ônibus, táxi, trem e veículos privados. Os trens tiveram maior quantidade de <em>tweets</em>, sendo o principal motivo de insatisfação relacionado à localização da estação do aeroporto. Além disso, os indicadores avaliados positivamente foram disponibilidade dos serviços, custo e tempo de viagem. A técnica de aprendizado de máquina Naïve Bayes apresentou acurácia de 82,14% e precisão de 88,14% para classificar os <em>tweets</em> em percepções positivas ou negativas. Os resultados obtidos podem ser valiosos para as entidades governamentais, influenciando no nível de serviço oferecido. O conteúdo gerado nas redes sociais pode ser útil em diversas áreas do conhecimento, complementando a pesquisa de campo e ajudando no desenvolvimento de novos métodos de pesquisa e análise de dados.</p> 2022-04-13T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Carolina Silva Ansélmo, Giovanna Miceli Ronzani Borille, Anderson Ribeiro Correia https://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/2548 Análise do comportamento do motorista em uma curva por meio de simulação imersiva e um modelo de regressão segmentado 2021-03-31T06:39:44-03:00 Leonardo Scalco leonardoscalco@unisinos.br Fabiane Bordin fabianebor@unisinos.br Eniuce Menezes de Souza eniucemenezes@gmail.com Graciela Racolte gracielarr@unisinos.br Ademir Marques Jr adejunior@edu.unisinos.br Flávio José Craveiro Cunto flaviocunto@det.ufc.br Luiz Gonzaga da Silveira Jr lgonzaga@unisinos.br Maurício Roberto Veronez veronez@unisinos.br <p>Considerando todos os elementos que podem estar relacionados à ocorrência de acidentes é importante identificar o perfil dos motoristas mais sujeitos a eles. Esta pesquisa teve como objetivo avaliar as diferenças no comportamento dos motoristas em relação ao gênero e à idade. Para isso, um trecho de rodovia com uma curva considerada perigosa foi modelado em um simulador usando ambiente virtual imersivo e 59 pessoas experimentaram a simulação. A velocidade do carro foi registrada ao longo do percurso e a partir de um modelo de regressão segmentado avaliou-se o comportamento dos grupos em relação à velocidade média. Foi possível verificar que mulheres mais velhas (26 a 35 anos) reduziram a velocidade antes em comparação aos demais motoristas. Além disso, homens mais jovens (18 a 25 anos) demoraram mais para frear e tiveram mais acidentes nas simulações. Os resultados mostram que existem diferenças de comportamento dos motoristas em relação ao seu perfil.</p> 2022-02-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Leonardo Scalco, Fabiane Bordin, Eniuce Menezes de Souza, Graciela Racolte, Ademir Marques Jr, Flavio Jose Craveiro Cunto, Luiz Gonzaga da Silveira Jr, Mauricio Roberto Veronez https://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/2585 Análise do comportamento mecânico de misturas asfálticas recicladas modificadas com a adição de óleo vegetal residual 2022-05-05T09:01:39-03:00 Paulo Roberto Barreto Torres paulobarretot@gmail.com Adriano Elísio de Figueiredo Lopes Lucena lucenafb@uol.com.br Talita Miranda de Sousa talita.miranda@hotmail.com Marcela Maria Toscano Krau kraumarcela@gmail.com Priscila Maria Sousa Gonçalves Luz priscilaluz55@gmail.com Lucas Ferreira de Lima Barbosa lucasferreiralb@hotmail.com <p>O objetivo desta pesquisa foi analisar o comportamento de misturas asfálticas com material fresado, nos teores 0%, 30% e 60% e ligante modificado com óleo vegetal residual, nos teores 0%, 2% e 4%. Realizaram-se ensaios de viscosidade rotacional, além do planejamento fatorial para estudar a influência do material fresado e do óleo nos ensaios: Resistência à Tração (RT), Módulo de Resiliência, <em>Lottman</em> modificado (LM) e <em>Flow Number</em>. Resultados indicaram que o acréscimo do óleo alcançou redução da viscosidade e temperaturas de usinagem e compactação. O planejamento fatorial encontrou indicativos, no ensaio de RT, que a variável de maior influência foi o teor de óleo, com exceção do ensaio LM onde o teor fresado foi mais significativo. Observou-se redução de agregados virgens para a mistura com 60% de fresado, e redução de até 1,2% de ligante virgem comparado com misturas sem fresado. Corroborando indicativos de economia na fabricação desta mistura.</p> 2022-04-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Paulo Roberto Barreto Torres, Adriano Elísio de Figueiredo Lopes Lucena, Talita Miranda de Sousa, Marcela Maria Toscano Krau, Lucas Ferreira de Lima Barbosa, Priscila Maria Sousa Gonçalves Luz https://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/2539 Avaliação das condições de superfície de pavimentos urbanos com o auxílio de ferramentas de análise espacial 2022-03-30T18:37:25-03:00 Bruno de Oliveira Lázaro brunodeoliveiralazaro.engcivil@gmail.com Maria Lígia Chuerubim marialigia@ufu.br Rogério Lemos Ribeiro rogerio.ribeiro@ufu.br Yuri Mendonça de Almeida ialmeidayuri@gmail.com Marcus Vinicius de Oliveira Tristão marcuspresbiteriano.2010@gmail.com <p class="Resumoeabstract">Neste trabalho são apresentadas abordagens distintas de avaliação da condição da superfície de pavimentos urbanos, fundamentadas em conceitos derivados de técnicas tradicionais de levantamento expedito, como também em metodologias de análise espacial e geoprocessamento. A partir desta problemática, elaborou-se um estudo de caso ao longo da Avenida Segismundo Pereira, na cidade de Uberlândia/MG, Brasil, onde foram coletadas informações associadas à frequência, à intensidade e a localização de manifestações patológicas da superfície do pavimento, com base na avaliação subjetiva, e com o auxílio de técnicas de geoprocessamento e de procedimentos estatísticos de análise espacial. Por meio dos resultados obtidos, observou-se que a superfície do pavimento da avenida analisada se encontra em estado predominantemente bom. No entanto, esta condição não se estende aos trechos da avenida inseridos em regiões submetidas às mudanças no padrão de uso e ocupação do solo, a intensidade e a composição do tráfego típico, nos quais a condição da superfície do pavimento foi diagnosticada como sendo ruim ou péssima.</p> 2022-03-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Bruno de Oliveira Lázaro https://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/2580 Procedimentos de extração e recuperação de ligantes asfálticos: uma revisão da literatura 2021-08-25T15:31:45-03:00 Gustavo S. Pinheiro gustavopnhr@usp.br Kamilla Vasconcelos kamilla.vasconcelos@usp.br <p class="Resumoeabstract">São diversas as técnicas utilizadas para obtenção do ligante de misturas asfálticas, sejam produzidas em laboratório, usina, ou envelhecidas, provenientes da fresagem dos revestimentos (RAP). Além do controle tecnológico, os procedimentos visam recuperar da maneira mais íntegra possível esse material, a fim de caracterizá-lo e avaliar suas propriedades. Há, ainda, divergências entre pesquisadores quanto às variações das características intrínsecas do ligante asfáltico, após passar por procedimentos de extração e recuperação (ER). O presente artigo abordou as distintas técnicas de extração de ligantes, bem como de recuperação, usualmente empregadas. E discutiu como os procedimentos e os tipos de solventes podem afetar as propriedades químicas, físicas e reológicas de ligantes asfálticos recuperados. Constatou-se que o brometo de n-propila (BnP) e o <em>blend </em>de solventes clorados são alternativas mais vantajosas dentre os solventes avaliados, juntamente com as extrações automatizadas (recuperação de ligante) e por ignição (definição de teor), e da recuperação pelo rotavapor.</p> 2022-03-28T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Gustavo dos Santos Pinheiro, Kamilla Vasconcelos Savasini, Liedi Légi Bariani Bernucci https://www.revistatransportes.org.br/anpet/article/view/2632 Aderência de interface de revestimentos asfálticos reforçados com geossintéticos e diferentes taxas de emulsão 2022-05-05T09:26:59-03:00 Gustavo Genaro Urquiza Júnior gustavojunior@estudante.ufscar.br Matheus Pena da Silva e Silva matheuspss@estudante.ufscar.br Natália de Souza Correia ncorreia@ufscar.br <p>A presente pesquisa avaliou, por meio de ensaios de cisalhamento tipo <em>Leutner</em>, o comportamento de aderência de revestimentos asfálticos reforçados com geossintéticos, avaliando diferentes taxas de emulsão e a relação dos resultados de cisalhamento com as propriedades físicas e mecânicas dos geossintéticos presentes na interface. Para tanto, corpos-de-prova foram extraídos de seções experimentais de campo, onde foram aplicadas 4 taxas de emulsão asfáltica de ruptura rápida (RR-2C) e 3 geocompostos de reforço (PET, PVA e Fibra de vidro). Os resultados mostraram que houve melhor desempenho de resistência ao cisalhamento e módulo de rigidez de interface quanto maior a taxa de emulsão aplicada para todos os geocompostos. Este aumento foi de 129 %, 73% e 146% para interface com geocompostos de reforço de PET, PVA e fibra de vidro, respectivamente. A capacidade de retenção de asfalto dos geossintéticos não esteve relacionada à máxima aderência de interface, uma vez que taxas mais altas foram usadas. As propriedades físicas dos geossintéticos apresentaram influência sobre os resultados de aderência, com destaque para espessura, massa por unidade de área e abertura de malha das geogrelhas presente no geocompostos. Geossintéticos mais rígidos não levaram à maiores valores de aderência de interface, enquanto levaram a um maior módulo de rigidez de interface. A influência do aumento da taxa de ligante foi maior do que a influência das propriedades físicas e mecânicas dos geossintéticos.</p> 2022-04-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2022 Gustavo Genaro Urquiza Júnior, Matheus Pena da Silva e Silva, Natália de Souza Correia